dermatologista curitiba

Fuja da cor do verão!

 Muita gente adora o verão pela possibilidade de ficar bronzeada. Deitar sob o sol e esperar a pele escurecer, na piscina ou na praia, é hábito para muitos brasileiros. Entretanto, pele bronzeada é sinônimo de pele queimada pelo sol, ou seja, danificada pela exposição solar e suscetível a envelhecimento precoce, manchas e, até mesmo, câncer.

“O sol estimula a produção de enzimas destruidoras do colágeno, o que acelera o processo de envelhecimento. Além disso, os raios levam também à mutação do DNA, o que pode causar o câncer de pele”, explica Annia Cordeiro, diretora da Clínica da Pele Annia Cordeiro, centro de dermatologia em Curitiba (PR).

Sendo assim,  se bronzear é totalmente contraindicado, mesmo que seja usando protetor solar. Não é possível pegar uma cor usando filtro solar adequadamente. Se a pele ficar morena significa que houve queimadura, ou seja, a proteção não foi efetiva e a pessoa está suscetível a todos os riscos que a exposição solar sem proteção traz – tanto para o momento quanto para o futuro.

Por mais que a nossa cultura valorize o bronzeado, é preciso priorizar a saúde. Não é possível proteger a pele dos danos causados pelos raios solares e, ao mesmo tempo, ficar com a pele morena. “Levando em consideração os riscos que o sol representa, a minha recomendação é que cada um a mantenha seu próprio tom de pele. Além do envelhecimento precoce e do risco do câncer de pele, a exposição ao sol sem proteção pode provocar manchas em todo o corpo.”

Então, priorize a sua saúde mais do que a “cor do verão”. A Organização Mundial de Saúde estima que em 2030 existirá 27 milhões de novos casos de câncer. Não faça parte desta estatística.

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